POUCO COM DEUS
O esforço tem se voltar pra dominar nosso inquieto interior, e a "fome de vento".
As fontes externas de felicidade e prazer por natureza são extremamente frágeis perecíveis sujeitas ao acaso e podem, mesmos nas melhores circunstancias, ressecar repentinamente. O que era pó, mais cedo ou mais tarde a pó voltara. Os sábios sabem que vive bem os que bem se esconde, especialmente dos olhares invejosos, as baixezas humanas que são miseras e sórdidas.
Controlando-se interiormente, aumenta-se a capacidade de se harmonizar com as circunstancias. A qualidade de relacionamento adquire-se muito mais valor do que sua quantidade. A felicidade passa a ser um fenômeno quase estático, menos grandioso e efusivo. A felicidade não precisa ser contada basta ser sentida.
Gandhi deu exemplo de austeridade, de moderação, de intransigente honestidade jejuou inúmeras vezes. Aristóteles acreditava que o homem sábio não procura o prazer, mas a ausência de dor e não se desgasta para ter se satisfaz em ser.
Não existem luxo, opulência e poder que valham a perda da serenidade, portanto o sábio rejeita sonhos fantásticos, metas ambiciosas complicações fúteis que, uma vez alcançadas despertam mais ambição, apetite, mais orgulho do que paz. O filosofo grego ainda sentenciou: A felicidade é de quem é suficiente a si mesmo.
Trechos do artigo de VITTORIO MEDIOLI (Jornal super pág. 02)
“O sonho faz parte da vida de todos nós, mas é preciso viver sempre na busca dos objetivos”.
Respeitar o espaço cultural somando as adversidades com serenidade, cultas e crescentes nos farão sempre crescer mesmo que haja momentâneas rupturas, mas rasgar o véu do sent imento com a oposição cultural sera sempre mais difícil remar, pois os opostos se atraem, mas não se matem na mesma direção.
Quando a idade vai chegando não é permitido mais cair e recomeçar as forças sentimentais e físicas se esvai do corpo no caminho. Não somos eternos, mas o sensato vai cada dia mais longe.
Sidney Lima.
O esforço tem se voltar pra dominar nosso inquieto interior, e a "fome de vento".
As fontes externas de felicidade e prazer por natureza são extremamente frágeis perecíveis sujeitas ao acaso e podem, mesmos nas melhores circunstancias, ressecar repentinamente. O que era pó, mais cedo ou mais tarde a pó voltara. Os sábios sabem que vive bem os que bem se esconde, especialmente dos olhares invejosos, as baixezas humanas que são miseras e sórdidas.
Controlando-se interiormente, aumenta-se a capacidade de se harmonizar com as circunstancias. A qualidade de relacionamento adquire-se muito mais valor do que sua quantidade. A felicidade passa a ser um fenômeno quase estático, menos grandioso e efusivo. A felicidade não precisa ser contada basta ser sentida.
Gandhi deu exemplo de austeridade, de moderação, de intransigente honestidade jejuou inúmeras vezes. Aristóteles acreditava que o homem sábio não procura o prazer, mas a ausência de dor e não se desgasta para ter se satisfaz em ser.
Não existem luxo, opulência e poder que valham a perda da serenidade, portanto o sábio rejeita sonhos fantásticos, metas ambiciosas complicações fúteis que, uma vez alcançadas despertam mais ambição, apetite, mais orgulho do que paz. O filosofo grego ainda sentenciou: A felicidade é de quem é suficiente a si mesmo.
Trechos do artigo de VITTORIO MEDIOLI (Jornal super pág. 02)
“O sonho faz parte da vida de todos nós, mas é preciso viver sempre na busca dos objetivos”.
Respeitar o espaço cultural somando as adversidades com serenidade, cultas e crescentes nos farão sempre crescer mesmo que haja momentâneas rupturas, mas rasgar o véu do sent imento com a oposição cultural sera sempre mais difícil remar, pois os opostos se atraem, mas não se matem na mesma direção.
Quando a idade vai chegando não é permitido mais cair e recomeçar as forças sentimentais e físicas se esvai do corpo no caminho. Não somos eternos, mas o sensato vai cada dia mais longe.
Sidney Lima.

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